Como assim, Zeus nunca traiu Hera?

Zeus: o homem; a lenda. O Deus mais poderoso de todos os deuses, senhor do Olimpo e chefe do Panteão grego, capaz de fulminar qualquer mortal que desejasse com um raio. Filho do Titã Crono e da deusa Réia, Irmão de Poseidon, Rei dos Mares e de Hades, Rei do Subterrâneo. Assim como Cronos era o deus mais novo dos Titãs, assim Zeus também era o mais novo de todos os deuses olímpicos.
Hoje veremos porque, apesar de inúmeras alegações de adultério, o Zeus original nunca traiu Hera e, mais importante… Como isso explica muita coisa a respeito da história de Jesus Cristo.

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10 Respostas

  1. Olá, DD!

    Ótimo artigo!! Esclarecer!

    Mas você citou uma coisa interessante: “…existem até referências a capítulos de livros que NÃO EXISTEM.”

    Você poderia citar alguns (mesmo poucos) exemplos dessas referências a capítulos que não existem? Fiquei curioso!!

    @MDD – http://skepticsannotatedbible.com/

  2. Legal, tudo faz sentido, muito sentido ;))

  3. Totalmente excelente.😄

    Estou ansioso para ler mais sobre a história de Yeshua. Mais ansioso ainda pra ter acesso a outras fontes e livros e assim poder confirmar td que vc diz.😀 Mas a maior parte das coisas escritas aqui realmente fazem sentido, e os dados históricos são precisos e relevantes.

    Ah, o Salmo 133 realmente é o melhor mesmo!!! Um AMÉM bem grande pra ele… haha!😀

    ”Imagine all the people…”

  4. O poder mantrico dos salmos seria potencializado se pronunciados em sua lingua original(ou latim)?
    Seria como o Pater Noster que funciona para limpar os chakras (coisa que Pai Nosso nao faz)?

    Abracos

  5. Oi, Marcelo!
    Gostei do texto. Mas no teu encerramento, tu diz sobre o Graal, e me lembrei do filme com o Tom Hanks, que passou outro dia na nossa Rede PlimPlim… eu leio ficção e não-ficção, e apesar da ‘modinha’, eu li O código da Vinci, e na faculdade de Arquitetura (onde eu tive uma professora de História que tava mais prá História da Magia do que História das Artes), ela mostrou bem antes da febre do livro várias ‘marcas ocultistas’ nas obras de Leonardo…
    A pergunta então é: O Graal, realmente, é Maria Madalena? Ou é mera especulação do Sr Dan Brown?
    Vou ficar no aguardo da resposta, nas próximas colunas, sobre o assunto.
    Abraços e um ‘Feliz Ano Novo Juliano’ prá ti! xD
    (Já que, para pagãos, o dia correto do ano novo é dia de Samhain, não?)

  6. Preciso, de início, fazer um grande elogio. Então vou fazer da maneira costumeira com que digo aos meus amigos o quanto gosto deles:
    “Del Debbio, você é um grande safado!”
    Você sabe que este site e o T.C. são um ato mágico, não sabe? Sei que sabe.

    Além dos esclarecimentos, indicações de leituras e orientações (de grande relevância) na área de perguntas, além de ajudar a criar uma egrégora aqui (imagino), você está fazendo – adivinha – amigos.
    Já sou seu fã!

    DD, acho que tem alguma coisa errada comigo. Em tudo eu chego um pouco tarde: Só cheguei agora ao site e peguei o bonde andando; Perdi os cursos que vc ministrou na minha querida Fortaleza. (Catzu!)
    Tudo bem, haverá outros, não é?

    É minha primeira pergunta aqui, e eu não queria começar já sendo enfadonho, mas parece que será inevitável (rss), pois tenho diversas dúvidas. Então vou tentar fazer penas 1% das perguntas. É o máximo que posso fazer.

    Outra coisa que peço desculpas é se eu abordar algum assunto já passado, é que eu vejo isso na seçãode perguntas e me contaminei.

    Para entender o tipo de orientação que preciso, devo, com sua licença, dizer quem sou (lá vem a chatice).

    Minha intenção: iniciação séria, visando conhecimento, sabedoria, desenvolvimento/evolução pessoal, respostas existenciais, etc.

    Minhas dificuldades: selecionar material confiável e útil em termos práticos, receio de ler enormes tratados e depois descobrir que não possuo as chaves para a real interpretação dos mesmos.

    A quantas ando: minha idade é – parafraseando – “velho demais para o Rock’n Roll (nunca!), mas jovem demais pra morrer”, por isso tenho a intuição de que não tenho tempo a perder; Estou lendo “Iniciation Ito Hermetics” de Bardon (com poucas dúvidas), li “Curso de magia” do JRR, de cujo teor você já postou uma parte aqui, mas o livro me pareceu ser o “resumo do resumo” escrito com pressa; Estou começando a ver algumas coisas da Blavatsky; Tenho interesse de ler Levi, mas tenho receio de não ter as chaves corretas para entender; Leio os seus artigos aqui e no T.C. fora de ordem, de acordo com meu interesse e tempo (talvez esteja errado).

    Minha formação religiosa: Católica, abandonada antes da crisma, aos 12 anos, porque eu intuía que estava sendo tratado como “gado” e não acreditava em nada daquilo. Seguiram-se um ceticismo quase ateu, que me proporcionou uma busca por conhecer. Até que li sobre magia e vi que o buraco é mais embaixo.

    Meu conhecimento “profano”(?): Formação superior ligada a negócios em uma Univ. Pública; Alguma literatura mundial obrigatória; Fososofia básica – com uma certa concentração em Nietzsche, conhecendo quase toda sua obra; Portanto, um ceticismo, que vem sendo bombardeado por uma lógica intuitiva que eu estou tentando decifrar, que faz com que eu seja acompanhado por um (às vezes incômodo) senso crítico que eu nunca quero perder. Em outras palavras, tenho certeza de que sou quase normal (rss).

    Perguntas:

    AMORC1- A AMORC pode me proporcionar um bom início? As acusações de que é uma Ordem muito dogmática tem fundamento? É que não costumo aceitas absurdos.

    AMORC 2- Além da seleção “secreta” que sei que você não revelará, há alguma impedimento objetivo para alguém ser iniciado na AMORC?

    AMORC 3- As modoficações das monografias de Harvey Spence Lewis, que aconteceram a partir de 1990, foram uma evolução ou uma descaracterização prejudicial para o buscador?

    2- Os conceitos de Bardon de corpo astral e menta(espiritual) me pareceram confusos. Personalidade, emoções, espírito imortal, mediação entre espírito e corpo físico etc. Onde encontro uma explicação boa que não seja simplista?

    3- CROWLEY – A pesar de ter lido a sua trilogia “O diabo não é tão feio…” não compreendi o motivo de Crowley se auto-entitular ” A Grande Besta”. Pode explicar?

    CROWLEY II A missão – Pode explicar trechos atribuídos à obra de Crowley, como um em que ele diz, referindo-se a Yeshua, alguma coisa parecida com “Eu bico seus olhos quando ele está na cruz”?

    4- Em “Magic Evocation” de Bardon, o autor afirma uma série de riscos que o magista corre, sobretudo no que diz respeito a contratos com entidades malévolas ( o que você já afirmou que não existem), além dos riscos de ser enganado, vampirizado, e até escravizado por entidades que se agradam com o sofrimento humano. Além disso o outor fala sobre chefes de demônios e uma infinidade coisas que você deixou a entender que não exitem. Poderia explicar algo sobre essa confusão em que me meti?

    Por enquanto é só.

    Perdão pelo tamanho e pela sugestiva falta de ordem e correlação entre as perguntas.
    Acrescento que já fiz contato com outras pessoas, mas até agora estou achando que “não estou preparado” ainda para receber a orientação deles (rss), ou eles não estão tão dispostos a ajudar assim.

    Ia esquecendo, tenho um irmão com o mesmo nome que o seu. Coincidência.

    Agradeço antecipadamente e reitero que você está prestando um grande serviço.

    Muita paz!

  7. Bom dia Marcelo e Feliz 2009 !!!
    ontem (quarta feira a noite) entrei no blog e o layot estava totalmente diferente mais hoje quinta feira retornou ao antigo, ontem foi uma especie de teste ?? o novo layot estava muito bom e aquele menu de acesso rapido a temas estava muito pratico, apesar do pessoal estar acostumado ao layot antigo provavelmente vão gostar desse novo ^^
    ei oque vc acha do http://www.casaconhecimento.com.br é confiavel ??
    abraço

    @MDD – Não tenho como responder sem uma leitura aprofundada. Vi uns textos “bonitinhos” estilo blog de menina com mensagens de paz, luz e felicidade. Até onde fucei, não vi nenhum erro. Semana que vem devo fazer uma compilação de sites interessantes de ocultismo e eu te respondo com calma.

  8. Affe… falha minha.
    Calendário GREGORIANO.
    Isso que dá encher teus comments com um Juliano ao lado, apoquentando as idéias…
    xD
    Anyways… abraços, Marcelo!

  9. Oi Del Debbio. Você poderia passar a sua fonte sobre essa sua versão de Zeus e Héracles/Alcides/Hércules?

    O texto é interessante, mas está cheio de incoerências. A fonte de onde você extraiu a informação de que Eurípides foi quem primeiro justificou a ascendencia divina ignora a existencia do [i]Escudo de Héracles[/i], provavelmente de Hesíodo (composta no século VI, e portanto, próxima da história que você diz ser a original), obra onde já se narra a origem divina de Alcides (versos 1-56, tradução de Jaa Torrano, revista Hypnos nº6).

    @MDD – a maior fonte de informações para este texto são os livros de Pierre Grimal, mas não tenho como ver agora se nas referências dele tem este poema porque meus livros estão empacotados e eu não sei em que caixa estão as enciclopédias de mitologia dele.
    De qualquer maneira, reli o escudo de Héracles (Aspis Hērakleous). “[35] So in one night Zeus shared the bed and love of the neat-ankled daughter of Electryon and fulfilled his desire; and in the same night Amphitryon, gatherer of the people, the glorious hero, came to his house when he had ended his great task. He hastened not to go to his bondmen and shepherds afield, [40] but first went in to his wife: such desire took hold on the shepherd of the people. And as a man who has escaped joyfully from misery, whether of sore disease or cruel bondage, so then did Amphitryon, when he had wound up all his heavy task, [45] come glad and welcome to his home. And all night long he lay with his modest wife, delighting in the gifts of golden Aphrodite. And she, being subject in love to a god and to a man exceeding goodly, brought forth twin sons in seven-gated Thebes. [50] Though they were brothers, these were not of one spirit; for one was weaker but the other a far better man, one terrible and strong, the mighty Heracles. She bore him through the embrace of the son of Cronos lord of dark clouds and the other, Iphicles, of Amphitryon the spear-wielder–”

    A morte de Héracles já foi contada antes por Sófocles, na peça [i]As traquínias[/i](por volta de 430 a.C) e antes ainda por Baquílides em uma de suas Odes (520 a.C. – 450 a.C).

    Não existe nenhum autor chamado “Aescius” que tenha composto uma obra chamada “Prometeus”. Talvez seja uma referência a Ésquilo e à tragédia hoje perdida Prometeu Liberto (provavelmente de 459-452 a.C.). Herakles significa “Glória de Hera”, e não “servo”.

    @MDD – vc está correto. Já mudei o texto. acho que foi falha minha mesmo, o lance do Ésquilo/Aescius provavelmente foi minha caligrafia infeliz. Valeu!

    Não entro nos méritos religiosos porque disso pouco entendo, e gostaria de ler, se possível, sua fonte primeiro.

    @MDD – a maioria pode ser encontrada neste link: http://fr.wikipedia.org/wiki/Pierre_Grimal

    Agradeço por me ler , e um abraço!

    @MDD – abraços e obrigado pela contribuição!

  10. Poooo meeeeeeeeeoo me deu um baita talharico esse texticulo aeeeeeeeeee.

    baita conspiração de maloquero sapeca meoooo

    só digo uma coisa cara

    PUUUUUUUUUUUUUTA MUUUUUUNDO INJUUUUUUUUUUSTO

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