Os Pobres Cavaleiros de Cristo

No início de 1100, Hugo de Paynes e mais oito cavaleiros franceses, movidos pelo espírito de aventura tão comum aos nobres que buscavam nas Cruzadas, nos combates aos “infiéis” muçulmanos a glória dos atos de bravura e consagração, viajaram à Palestina. Eram os Soldados do Cristianismo, disputando a golpes de espada as relíquias sagradas que os fanáticos retinham e profanavam. Balduíno II reinava em Jerusalém, os acolheu, e lhes destinou um velho palácio junto ao planalto do Monte Moriah, onde as ruínas compostas de blocos de mármore e de granito, indicavam as ruínas de um Grande Templo.

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11 Respostas

  1. Olá, sempre achei muito interessante o seu blog; suas exposições são claras e diretas. Parabéns, continue assim.
    Agora, logo no início da leitura, uma coisa me chamou a atenção: No canto superior direito aparece um sorriso ( como um smile – emoticon ). Será apenas uma coincidência???
    Um grande abraço,
    André.

  2. O smiley existe em todo e qualquer blog hospedado no WordPress.com, não é nada demais. Só que em geral ele fica lá no final da página.

  3. Legal o texto, mas meio “corrido”, por vezes confuso para quem, como eu, não conhece muito o significado de certos símbolos e de algumas mitologias. O interessante é que o texto cita a Divina Comédia, livro que comecei ler alguns dias antes de ler esse texto, e cujo significado fico procurando compreender nas entrelinhas.

    Contudo achei uma falha no texto, mas que não invalida o conjunto. Na parte que fala da importância do número três, há uma frase: “Em todas elas, como no racionalismo, nós encontramos como elementos vitais a Terra, a Água e o Sol”. Só que o AR também é de vital importância e foi negado. Todos os números “básicos” tem suas representações, e acho que Terra, Água, Ar e Fogo (SOL) está encaixado em outras significações.

  4. MDD voce poderia falar algo mais sobre o Tetragrammaton e sobre os numeros 3 e 7 ?

  5. Muito interessante esse texto tio DD.
    Quando se está em ordens iniciáticas, você tem acesso a esse tipo de informação. Porém confesso, que pela primeira vez como DeMolay recebo tanto informação sobre os graus dos Templários. Muito legal. Muito interessante, para quem participa da Ordem DeMolay ver algumas coisas que estavam nos templos deles serem retratados em nossos capítulos.
    Bem legal o texto

  6. Honestamente achei meio “romantico demais” imaginar que um grupo de pessoas dispostas a ir para uma guerra santa entram em uma caverna tão mística e poderosa ao ponto de fazê-los enxergar que a guerra não é algo tão nobre.
    Por outro lado é reconfortante saber que existe um grupo de pessoas em busca de conhecimento, verdade, paz etc; que estuda junto a tanto tempo.

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